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Processo RETROFITTING

A ALIMAQ presta serviço de  Manutenções em Máquinas com Qualidade e Segurança!

Traga já a sua!
Traga a sua máquina para que a nossa equipe faça a manutenção em seu equipamento, adequando-o  as normas de segurança exigida nas obras atualmente. O processo retrofitting trará vários benefícios para seu equipamento e para sua empresa.
Entre contato conosco para a Manutenção e Modernização de suas máquinas!

  • O processo RETROFITTING pode ser feito nas máquinas para Dobrar Vergalhão e também na de Cortar.

Matriz-SP – DDG: 0800-770-3500  -  Tel: 55(11) 2423-5199
assistenciatecnica@alimaqmix.com.br
Filial-Nordeste – Tel.:55(81) 3521-0172
comercial.nordeste@alimaqmix.com.br
Filial-PR – Tel.: 55(41) 3552-7980 – 3552-7983  
comercial.pr@alimaqmix.com.br

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Mercado de locação de equipamentos para a área de construção já absorve 30% da produção

O mercado brasileiro de locação de máquinas e equipamentos para o setor de construção e de obras de infraestrutura no País segue crescendo num ritmo bastante forte. Segundo estimativa feita pela Sobratema – Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção do total de máquinas vendidas no País, 30% se destinam ao mercado de locação. Com esse percentual, o mercado brasileiro segue uma tendência mundial de maior participação dos equipamentos alugados. Nos países europeus e nos Estados Unidos, o percentual de equipamentos que é destinado ao mercado de locação é de 60%.

A explicação para o expressivo crescimento do mercado de locação de equipamentos está no aumento da frota nas locadoras e também em razão do surgimento de novas empresas no segmento, atraídas pelas boas oportunidades de negócios existentes no mercado.

A direção da Sobratema detectou ainda uma pulverização de investimentos na área de locação no Brasil, acompanhando os projetos de grandes obras, que estão espalhadas por diversas regiões. Diante desse cenário promissor, o segmento de locação sustenta a firme disposição de continuar investindo, a despeito de uma diminuição na rentabilidade registrada este ano. A expectativa para 2012, no entanto, é de melhoria na rentabilidade, até pelo fato de que a totalização da receita do setor, considerando todas as empresas, registra certo crescimento.

Fonte Blog Industrial

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Você, nossa maior conquista!

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1ª Locação que Alimaq fez para a obra do estádio do Corinthians!

 A Alimaq fez a 1ª de muitas locações que futuramente serão fechadas para a obra da Odebrecht, para a construção do estádio do Corinthians.

 

Isso mostra o potencial que temos para atender obras de grande porte. Conte sempre conosco.

 

 

 

 

 

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Os nossos diferenciais é a solução para sua empresa!

Durante 30 anos a Alimaq conquistou grandes diferenciais perante a concorrência para satisfazer as suas necessidades, isso faz com que tenhamos equipamentos e serviços de qualidade.

 

 

 

Entre em contato conosco e teremos a solução para sua solicitação!

Alimaq Máquinas e Ferramentas

Mais que vendas e locações, serviços e soluções!

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CALIBRAÇÃO DE CHAVE DE TORQUE (Torquímetro e links hidráulico)

Mais uma novidade que só a Alimaq tem!

Calibração de torquímetros hidráulicos (Chave de torque e links) e Torqueadeiras Rotativas de todas as marcas e modelos até 75.000 Nm.

No Brasil, só nós temos este teste de torque hidráulico!

 

A Alimaq, é a 1ª empresa do ramo de locações de equipamentos, a implementar, um laboratório para calibração de Manômetros, com escalas até 1.000 Kgf/cm2 e de Torquímetros de Estalo e de Relógio, com escalas até 3.000 Nm, com certificados rastreados pela RBC. E também calibração de Chaves de Impacto Pneumática de 1/2″, 3/4″, 1″ e 1¹/²” .

” Qualidade Assegurada para os seus processos”

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OGX conclui teste de formação no poço Natal, na Bacia de Santos

A OGX, empresa de petróleo e gás do grupo EBX, concluiu o teste de formação realizado no poço OGX-11D, denominado Natal, que fica em águas rasas da Bacia de Santos. Os resultados apontam para um potencial produtivo de 1 milhão de metros cúbicos de gás e 1,2 mil barris de condensado por dia em poço vertical, podendo atingir até 5 milhões de metros cúbicos diários de gás e 6 mil barris de condensado por meio do poço horizontal.

“O estudo confirmou a presença de gás e também a existência de condensado de aproximadamente 47° API, que deve ser responsável por mais de 20% do volume de hidrocarbonetos dessa estrutura”, informou a companhia, em fato relevante.

O poço faz parte do bloco BM-S-59, área em que a empresa de Eike Batista detém 100% de participação.

Fonte Valor Online

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Juntas, CSN e Usiminas detêm mais de 70% do mercado de aços planos

A elevada participação de mercado de Usiminas e Cia. Siderúrgica Nacional (CSN) no comércio interno de aços planos é a principal motivação da Secretaria de Direito Econômico (SDE) ao pedir informações às duas empresas sobre as compras de ações na siderúrgica mineira pela CSN desde o início do ano.

Juntas, as duas companhias detêm mais de 70% das vendas desse tipo de produto no mercado brasileiro, segundo informações da CSN em apresentação aos analistas. Aços planos são usados na fabricação de automóveis, autopeças, geladeiras, fogões, na construção civil, indústria naval, embalagens, entre outras aplicações.

O terceiro competidor desse mercado é o grupo ArcelorMittal, que tem entre 15% e 20%. O abastecimento interno é completado por importações, que vêm crescendo desde 2009 e já responde por 14% do consumo de aços planos no país.

No mês passado, a CSN anunciou que tinha mais de 15% das ações preferenciais e mais de 11% dos papéis ordinários da Usiminas. Desde janeiro, a companhia controlada pelo empresário Benjamin Steinbruch vem afirmando que continua avaliando alternativas estratégicas em relação a esse investimento na concorrente Usiminas.

O bloco de controle da Usiminas é dividido entre o grupo Nippon Usiminas, liderado pela Nippon Steel, Votorantim, Camargo Corrêa e Caixa dos Empregados da empresa, o CEU.

A Usiminas é a maior produtora de aço plano do país – fez 7,3 milhões de toneladas de aço bruto no ano passado. A CSN, que tem o terceiro posto, produziu 4,9 milhões de toneladas. Juntas, responderam por mais de 60% do total produzido no país.

Gerdau e CSA ThyssenKrupp atuam neste segmento apenas como produtores de aço semiacabado (placas) voltado para exportação. A partir de 2012, com a conclusão de dois projetos, a Gerdau pretende entrar nesse mercado com fabricação de chapas grossas (atualmente só Usiminas faz) e laminados a quente na controlada Açominas, em Ouro Branco (MG).

Fonte Valor Econômico
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Light entra na usina de Belo Monte

A Light, distribuidora e geradora de energia que tem a estatal mineira Cemig como principal acionista, vai entrar na sociedade investidora da usina hidrelétrica de Belo Monte. A empresa vai assumir 5% hoje pertencentes a pequenas construtoras que compõe o capital da controladora Norte Energia e com isso se comprometer com investimentos de cerca de R$ 1,5 bilhão. Sem aplicar a correção em alguns contratos, o investimento total da usina está previsto em R$ 26 bilhões.
Com a entrada da Light, a nova formação de Belo Monte fica totalmente diferente da configuração resultante do leilão no ano passado e muito mais robusta, como desejava o governo federal. Neoenergia, Vale, os fundos de pensão Petros e Funcef, além da Eletrobras e suas subsidiárias, compõem hoje o capital da empresa. Apenas duas construtoras terão participação como investidoras: Queiroz Galvão e OAS. Todas as outras, Contern, Serveng, Cetenco, Galvão Engenharia, J. Malucelli e Mendes Junior, deixam a sociedade. Juntas elas detém 7,5% do consórcio: 5% vão para a Light e 2,5%, para o fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef).
A Cemig não entrou diretamente na sociedade porque a ideia é manter o caráter privado do empreendimento. Apesar de a estatal ser a controladora da Light, a empresa tem a maior parte do capital na mão de um fundo de investimentos criado para financiar a aquisição da companhia pela Cemig. Mesmo não usando sua marca diretamente, a entrada dos mineiros nesse que é o principal projeto do governo federal – defendido pessoalmente pela presidente Dilma Rousseff, que ontem mesmo em sua coluna “Conversa com a Presidenta”, publicada em alguns jornais, tocou no assunto – dá chancela política importante ao empreendimento, já que o governo de Minas, dono da Cemig, é comandado por Antonio Anastasia, do PSDB.
Uma fonte importante ligada às negociações lembra, entretanto, que a “costura” da negociação passou pela Andrade Gutierrez, que lidera a construção da usina, e tem mais de 30% do capital da Cemig. Além disso, a empreiteira já havia manifestado sua vontade de participar também como investidora da usina, que agora deterá indiretamente. Para a Light, a participação em Belo Monte vai representar um crescimento de 65% em sua capacidade instalada, saltando de 855 MW no final de 2010 para 1.400 MW quando a usina estiver em pleno funcionamento. Em termos de energia assegurada, serão acrescentados à empresa 220 MW médios.
A Light informou que não iria se pronunciar sobre o assunto, nem o Norte Energia. Mas o anúncio oficial da entrada da companhia deve ocorrer nos próximos dias e encerra a novela societária em torno de Belo Monte. Chegou-se a cogitar que a Neoenergia elevasse sua participação no empreendimento e a ideia estava sendo construída pelo presidente da empresa, Marcelo Correa. Mas a Previ, acionista junto com o grupo espanhol Iberdrola, vetou o negócio. Entre os motivos estava o fato de que o fundo acabaria mais exposto ao projeto que seus pares, Petros e Funcef, e ainda que não teria nenhuma vantagem como um poder maior na sociedade que os outros sócios, como uma nova diretoria ou um assento no conselho de administração.

Fonte Valor

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